terça-feira, 20 de julho de 2010

Prefeito Nelson Nahim anuncia novidades em programa de rádio

Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
Por Regina de Oliveira
O Prefeito Nelson Nahim concedeu entrevista na rádio e atendeu a comunidade através do telefone (Foto: Gerson Gomes)
Recuperação do Centro Histórico de Campos, revisão da padronização dos táxis, patrulha mecanizada em todo o município, oferta de mais 20 novas ambulâncias, ampliação do auxílio saúde para todos os servidores municipais e o pagamento do Fundo de garantia por Tempo de Serviço (FGTS) estão entre as medidas anunciadas pelo Prefeito Nelson Nahim durante participação na tarde desta segunda-feira (19), no programa “A hora da verdade”, transmitido pelas Rádio e TV Campos Difusora. 

De acordo com o Prefeito Nelson Nahim, ao secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Fábio Ribeiro, já foi determinado estudo da possibilidade de ampliação do auxílio saúde a todos os servidores públicos. “Estamos estudando ampliar o benefício do plano de saúde a todos os servidores, apesar de não sabermos se poderemos efetivamente fazer, já que estamos em período eleitoral e não quero contrariar a legislação eleitoral”, alertou.

Algumas das medidas, segundo o Prefeito Nelson Nahim, estão ainda em fase de estudo, devido à necessidade de avaliação de aspectos legais. Outras dependem apenas da conclusão de trâmites burocráticos, como a reforma do Centro Histórico, cujo projeto já está pronto, orçado em R$ 40 milhões e aguarda apenas a conclusão do processo licitatório. “Já estive com Tom Zé (superintendente de Infraestrutura) hoje e autorizei para ir para licitação todas as obras que já estavam sendo preparadas pela Rosinha. No caso do Centro Histórico, onde vamos tirar os postes e fios, Rosinha já havia começado a recuperar com obras de parte do telhado e a fachada do antigo Museu de Campos”, salientou Nelson Nahim.

Também, segundo o prefeito, durante o encontro com Tom Zé, ficou decidida a contratação de máquinas para fazer estradas de saibros, que melhorarão as condições para o escoamento da produção das localidades e distritos a serem beneficiados com as intervenções. “Estive também com secretário municipal de Agricultura e Pesca, Frederico Paes, e já determinei que se contrate máquinas para patrulhas mecanizadas, atendendo, assim, a produtores de 14 distritos. Existe carência desses equipamentos e vamos atender onde precisar, contemplando inclusive os assentamentos”, frisou o Prefeito Nelson Nahim.

Para melhorar as condições de tráfego no município, além do plano viário que se encontra em andamento, o prefeito anunciou o investimento de recursos na ordem de R$ 20 milhões para continuar com as operações de tapa-buracos no município. Ao superintendente de Infraestrutura já foi solicitada a licitação. “Mais de R$ 25 milhões já foram investidos em operações tapa-buracos e vamos investir mais. Já levantamos necessidades, como a da Avenida Formosa, em que novas galerias devem ser instaladas, jogando água no Canal de Coqueiro”, especificou.

Na Saúde, o Prefeito Nelson Nahim adiantou a determinação de aquisição de mais 20 ambulâncias, que suprirão as necessidades dos locais em que não há veículo para o transporte de pacientes. “Já era um desejo da Rosinha”, realçou.

Nahim afasta boatos de mudanças no governo

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20 de julho de 2010

Nahim desmente boatos sobre mudanças no govrno
Após completar a terceira semana à frente da Prefeitura de Campos, o prefeito em exercício do município, Nelson Nahim, mantém o tom equilibrado e volta a afastar boatos sobre mudanças na administração municipal. “Eu tenho bom senso. Não seria justo de minha parte mexer com pessoas. Agora, cada um tem o seu estilo de governar. A Rosinha tinha o jeito dela e eu tenho o meu. Mas isso não quer dizer que eu vá promover mudanças no secretariado”, ressaltou.
As declarações de Nahim esvaziam as especulações feitas em alguns órgãos da imprensa local e blogs, que poderiam provocar um clima de instabilidade administrativa e política. O prefeito, que já demonstrou personalidade à frente da Presidência da Câmara Municipal de Campos, quando não se deixou levar por insinuações tendenciosas publicadas na imprensa mascaradas de matérias jornalísticas, além de afastar os boatos, ainda procura tranqüilizar a população.
“Tenham paciência, eu tenho certeza de que estou fazendo o melhor para a nossa cidade. Eu procuro acertar muito mais do que errar. Peço à população que tenha tranqüilidade, que tenha calma. Estamos ouvindo as pessoas, os representantes de classes para podermos governar de maneira a atender os anseios da população. Estamos cumprindo uma determinação do Tribunal Regional Eleitoral e vamos fazê-lo da melhor maneira possível”, assegurou.
Nahim, que também é advogado, falou sobre a decisão do TRE que afastou a prefeita Rosinha Garotinho do cargo devido a uma entrevista de rádio concedida antes do início da campanha de 2008. “Particularmente, do ponto de vista do advogado Nelson Nahim, considero a decisão uma aberração jurídica, mas, mesmo assim, tive de cumprir a missão de assumir o governo interinamente. Decisão judicial a gente cumpre e quando não concorda com o resultado, contesta em instância superior. E é isso que os advogados da Rosinha estão providenciando”, finalizou.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Prefeito Interino: "Não sou marionete nem sou traidor. Sou Nelson Nahim"

Folha On-Line
Suzy Monteiro

Leonardo Berenger
Com a Bíblia aberta sobre a mesa, o prefeito interino Nelson Nahim (PR) recebe seus assessores desde que assumiu o cargo há 14 dias. É a oração de Salomão para obter sabedoria que ele diz estar ajudando. A realização do sonho que acalenta desde 1996, quando foi eleito pela primeira vez como vereador, tem exigido uma rotina intensa de mais de 14 horas de trabalho diário. No dia da posse, Nahim mandou um recado: não gosta de puxa-sacos. Foi uma forma de afastar, segundo ele, quem quisesse fazer fofoca nesse momento delicado, em que está no cargo no lugar da cunhada, Rosinha Garotinho (PMDB), que teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).  E como forma de evitar comparações ou disse-me-disse, alerta: “Não sou marionete nem traidor. Sou Nelson Nahim”.


Folha da Manhã — Como estão sendo os primeiros dias na Prefeitura?
Prefeito interino Nelson Nahim — A Prefeitura de Campos é uma prefeitura bem saudável do ponto de vista financeiro, já que, ao longo desse período da gestão da Rosinha Garotinho, houve planejamento. Por exem-plo, quanto às obras, todas as planilhas foram feitas por uma empresa de grande porte, porque o município não tinha e não dispõe ainda uma empresa qualificada para fazer isso.  Há um controle rígido da questão orçamentária, uma Prefeitura absolutamente saneada.

Folha — O senhor está fazendo as reuniões com os secretários? Já acabaram essas reuniões?
Nahim — Não, ainda não. Mas eu diria a você que 80% das secretarias têm problemas, a começar pela Saúde. É a secretaria maior em tamanho e maior em problemas. Muita coisa foi feita, mas ainda tem muitas coisas para fazer. Nós temos dois hospitais importantes para a cidade e para a região, o Ferreira Machado e o Geral de Guarus, ambos com dificuldades. Por isso, minhas primeiras reuniões foram com o secretário de Saúde (Paulo Hirano) e com os diretores dos hospitais (Ricardo Madeira, do HFM, e Otávio Cabral, HGG) e algumas medidas a gente já tomou. Primeiro e de imediato, já havia pronto, liberei a reforma do Ferreira. Havia uma necessidade de ampliação de leitos...

Folha — O Ferreira é sempre sobrecarregado, recebendo pacientes de outros municípios.
Nahim — Isso é até assunto para outra entrevista. Durante a reunião da Ompetro, falei com a prefeita Carla Machado (São João da Barra) e com outros prefeitos, que não há condições de Campos ficar com o volume de pacientes que vem de fora da cidade. E a gente já até agendou para o mês que vem um encontro entre os prefeitos, os secretários de Saúde e vamos convidar o secretário de Saúde do Estado (Sérgio Côrtes). Então, as primeiras medidas foram nesse sentido: dar melhores condições para os pacientes e para aqueles que trabalham no HFM. Após a reforma, faremos o anexo, com valor de R$ 6 a 7 milhões, que vai melhorar ainda mais o atendimento, com a construção da ala  dos queimados, heliporto, e uma nova Emergência. A transferência do Caope (Centro de Atendimento Odontológico a Pacientes Especiais) para o HGG, pois não é compatível aquele setor numa área de Emergência. Com Otávio Cabral, apertei, no bom sentido, para aumentar o atendimento da Oftalmologia, pois a fila para cirurgias de catarata é muito grande. Já há movimentação do diretor nesse sentido. E também implementar com maior velocidade o serviço de Audiometria e Cirurgia também, tentar resolver a carência dos médicos, mas aí a gente esbarra no TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que não permite mais contratar em função do volume pré-estabelecido para isso. Já tive um encontro no Ministério Público, bem como o Judiciário para levar essas questões. Isso fora a questão estrutural, mas estamos com uma série de ações para isso. A verdade é que por muito tempo o Hospital Geral de Guarus não passou por manutenção e estava em estado precário e agora está sendo por mim mais cobrado. Não que a prefeita não cobrasse, mas virei um “despache de luxo” e esse despachante é enjoado, cobra mesmo.

Folha — Saúde é uma questão complicada mesmo e a hora em que uma pessoa procura um serviço de saúde é quando ela está mais carente.
Nahim — Saúde é prioridade. Com relação a medicamentos, por exemplo, já determinei ao secretário Paulo Hirano para que, quando fizesse licitações, incluísse já na lista os medicamentos que já de rotina são solicitados através de processos, para que a pessoa não precise entrar com processo para só depois licitar. Como da mesma forma, os medicamentos através de determinação judicial para evitar que a pessoa fique esperando. Para que a secretaria de Saúde tenha esse controle.

Folha — O senhor também ampliou agora o Emergência em Casa.
Nahim — Sim, ampliamos agora para a região Norte, em Travessão, mas esbarro mais uma vez na questão do TAC. Para eu ampliar para a cidade inteira, tenho que contratar mais médico e não posso. É mais uma questão que encaminhei à Procuradoria, no sentido de analisar.

Folha — O senhor permanecendo no cargo pretende fazer concurso? Como o senhor vê a questão do concurso e dos terceirizados?
Nahim — Uma coisa que precisa ficar bem claro é que as pessoas acham que a Prefeitura de Campos é bilionária. Ela tem muito dinheiro, mas os recursos próprios são insuficientes até para a folha de pagamento. O grosso do dinheiro é dos royalties, que proíbem o pagamento de funcionários concursados, sejam estatutários ou celetistas. Por isso que houve a opção da terceirização de alguns serviços, porque dessa forma pode ser utilizado o recurso. Sou totalmente a favor do concurso, mas como vou fazer concurso se não posso pagar? O ideal é o concurso.

Folha — Tem também o PSF (Programa Saúde da Família)...
Nahim — O PSF é um grande projeto, mas em função de todas as coisas que ocorreram no passado há uma decisão judicial para que ele não funcione daquela forma e que a Prefeitura realizasse o concurso, que para mim, como advogado, o Judiciário foi induzido a erro. É impossível você fazer um concurso em cima de um programa. O recurso do PSF não é da Prefeitura, e sim do governo federal. Acho um despropósito fazer um concurso público em cima de um programa que pode acabar. E aí? Como ficam aquelas pessoas? Pagaram suas inscrições, foram aprovadas e temos esse quebra-cabeça. Já que a Prefeitura não dispõe de recursos próprios para isso, por essa razão o Emergência em Casa é uma alternativa, não uma solução.

Folha — Um outro setor que o senhor destacou como prioritário foi a Educação. Já conversou com Joilza (Rangel, secretária de Educação)? E o resultado do Ideb?
Nahim — Não se pode culpar sempre os outros. Esse primeiro ano de governo ainda foi muito reflexo do anterior. Muita coisa foi feita pela Educação, mas ainda falta muito o que fazer. Na conversa que tive com Joilza, disse para ela implementar todas as políticas necessárias ao corpo de Educação para que a gente melhore. Ela vai trazer tudo o que for necessário para isso e vamos fazer.

Folha — Em relação à Agricultura já existe alguma coisa?
Nahim — Existe uma reclamação muito grande em relação a patrulhas mecanizadas nos distritos. Chamei o secretario de Agricultura (Carlos Frederico da Silva Paes) e o coordenador de Infra-estrutura, Tom Zé, e até o início do mês estaremos com patrulhas mecanizadas para atender o produtor rural que está numa situação difícil, bem como já há várias licitações em andamento para recuperação de estradas sem pavimentação por onde escoam a produção. Há algumas obras determinadas por mim como melhorias e construção de pontes, como Palmares (licitando), Morro do Coco e Marrecas. São melhorias que vão dar um reforço ao interior. Máquinas para o produtor, máquinas para melhorar estradas e pontes.

Folha — Outro problema que tem causado bastante polêmica desde o início do governo é em relação aos camelôs, cuja transferência de local já foi adiada duas vezes. O novo prazo é 31 de julho, mas as obras não estão concluídas. Haverá novo adiamento?
Nahim — Vou ser bem sincero: não consegui chegar a esta questão ainda. Vou ter um encontro ainda com as secretarias para saber como estão as coisas. Mas acho que a gente não deve desamparar essa figura que é a figura do camelô, mas também não podemos permitir que o comércio fique insatisfeito pela desordem que isso causa. Temos que equacionar esse problema. Mas vamos seguindo. Autorizei a licitar o programa Bairro Legal na Penha e já vai iniciar a licitação. Vai dotar aquele local de toda a infra-estrutura, assim como o Bairro Legal da Lapa. Já estamos fechando o orçamento para a reestruturação do Centro histórico de Campos, para dar nova cara ao Centro.  Entendo que a obra da avenida Arthur Bernardes não pode parar onde está, na avenida 28 de Março. E estamos vendo até a avenida Alberto Lamego. A obra foi licitada até a Alberto Lamego, mas só dada a ordem de serviço até a 28 de Março. Campos precisa de um corredor alternativo.


Folha — Foi realmente bem tranqüila essa transição...
Nahim — Sim. Outro dia acho que foi Fernando Leite ou João de Oliveira que falou que nunca viram uma calmaria como esta. Acho até que isso é fruto de minha postura. Não vim apenas para cumprir uma determinação judicial. Vim para fazer as coisas acontecerem.

Folha — No dia de sua posse, o senhor falou que não gostava de puxa-sacos. Precisou mandar voltar muita gente ou aquele recado foi suficiente?
Nahim  — Até agora não tive problemas, acho que o recado foi bem dado. Aquilo ali, na verdade, não foi um recado para ninguém específico e, ao mesmo tempo, foi para todos. Mas para mostrar que cada um tem seu estilo. Não que Rosinha goste de puxa-sacos, mas para que evite nessa situação delicada em que me encontro. Afinal, queira ou não, sou cunhado de Rosinha e poderiam ficar querendo fazer fofocas. Então, não vou permitir que se aproximem pessoas que queiram criar qualquer tipo de animosidade. Afinal, não fiz nada para estar aqui no lugar dela. Minha campanha foi para vereador. Mas foi uma determinação da Justiça. E isso inclusive atrapalhou o meu projeto pessoal que não era esse agora. Eu estava na pré-campanha pra deputado estadual muito boa, com grande aceitação popular, vieram informações de vários institutos de pesquisas e eu estava muito bem, as chances de ganhar a eleição eram muito boas, mas eu tive que cumprir com meu papel. Eu não ia abrir mão daquilo que é de minha responsabilidade.

Folha — O senhor já conversou com Rosinha depois que tomou posse do cargo?
Nahim — Já sim. Já tive com ela umas duas ou três vezes e conversamos. Obviamente que ela não está nada satisfeita... Mas não há nenhum tipo de dificuldade. Como eu disse anteriormente, podem falar: já que eu estou aqui, então sou marionete, e se eu sou do meu jeito, eu sou traidor. Eu não sou uma coisa nem outra, eu não sou marionete e eu não sou traidor. Eu sou Nelson Nahim. É diferente.

Folha — Nessa questão do traidor, durante a reunião do PR em Campos, no dia 4, Anthony Garotinho falou e fez esse alerta...
Nahim — Olha, eu relevo aquilo, sabe por quê? Foi um momento de muita emoção. Eu mesmo me emocionei. Eu não levo em consideração aquilo. Foi um momento de sofrimento para ele, no qual ele se culpava daquilo tudo que estava acontecendo, que seria em função dele. Clarissa estava lá, todos os filhos da prefeita. Encarei aquilo com naturalidade. Claro que gostar de ouvir aquilo ninguém gostaria de ouvir, eu também não vou ser hipócrita, mas eu entendo o momento que ele estava vivendo. Tanto é verdade que, posteriormente, já conversei com Rosinha, com Garotinho, e já mostrei meu posicionamento. Não vejo nenhum tipo de dificuldade.

Folha — Caso haja nova eleição para a Prefeitura de Campos nos próximos meses, o senhor estará na disputa? Afinal, chegar à Prefeitura sempre foi um sonho seu. Aliás, não é segredo para ninguém.
Nahim — Por ironia do destino, quando tomei posse como vereador em 1996, dei uma entrevista à Folha da Manhã, quando disse que meu sonho era ser prefeito de Campos. E meu sonho nunca mudou. Eu abri mão por 14 anos. Claro que eu não queria ser prefeito nessas condições. Rosinha foi eleita prefeita, não eu. Mas, no momento não estou preocupado com nova eleição. Estou preocupado em dar conta e o melhor de mim para que a cidade saiba que tem com quem contar. Em um momento oportuno, caso Rosinha perca seus re-cursos e o TRE marque novas eleições, claro que serei um dos nomes e acredito que o partido vai lembrar para que eu possa pleitear essa vaga. Não só pelo tudo que já dei de mim nesses quatro mandatos de vereador pela cidade, mas também pela experiência que adquiri ao longo dos anos. E, se for da vontade de Deus  e do povo, serei então o prefeito eleito dessa cidade.

Folha — O senhor falou em calmaria. Esse clima contagiou até a Câmara de Vereadores, onde os ânimos estavam muito acirrados até então. O senhor acha que esse novo relacionamento acontece também por o senhor ter vindo de lá?
Nahim — O relacionamento é o melhor possível, porque continuo sendo o presidente da Câmara exercendo a função de prefeito. E meu relacionamento com os vereadores enquanto presidente da Câmara sempre foi o melhor possível. Os embates não aconteciam comigo, mas entre os vereadores que tinham visões diferentes. E há o entendimento na Câmara de que este não é o momento de ficar crucificando ninguém. Pelo contrario, é de ajudar. Quem está na chefia do Executivo é um vereador, colega de todos eles. É um sentimento de maturidade do conjunto dos vereadores sobre esse momento que estamos passando. O presidente da Câmara (Rogério Matoso) já esteve comigo umas quatro vezes nesses 10 dias. Fui eleito presidente da Câmara por unanimidade. Renatinho Barbosa (morto em um acidente no mês de setembro passado) infelizmente não está mais lá, Ilsan não estava lá na época, mas Ederval (Venâncio, suplente de Ilsan) estava e votou em mim.

Folha — A situação é tão calma que o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), ligou para o senhor depois da posse.
Nahim — Sim, o governador Cabral ligou para mim, colocou o governo do Estado à disposição, falou que estaria ali para o que a gente precisasse e encarei isso com muita naturalidade. Acho que o homem público tem que ter esse desprendimento, em benefício da população.

Folha — Agora que está mais familiarizado com o que é o interior da Prefeitura e quais são as ações realizadas e em andamento, o senhor fará alguma alteração no secretariado?
Nahim — Não. Acho que não seria nem justo. Eles estavam trabalhando com a prefeita Rosinha, tem que ter um tempo para se adaptarem a um novo estilo. A não ser que seja a vontade de algum secretário ou secretária mudar de posição. Fora isso, não. Estou dando oportunidade de que as metas que eu quero sejam cumpridas, que sejam solucionadas. E os secretários têm que colaborar comigo nessa missão.

Folha — Quando o senhor ainda era o presidente da Câmara de Vereadores, em um dos últimos atos da prefeita Rosinha Garotinho no cargo, o então presidente da CamposLuz, Álvaro Barbosa, foi exonerado porque atuava como engenheiro civil numa firma que prestava serviços à Prefeitura de Campos. Álvaro é ligado ao senhor. Houve algum estremecimento entre o senhor e Rosinha por conta disso?
Nahim — Se dissesse que fiquei satisfeito com isso estaria mentindo. Mesmo porque entendo que Álvaro Barbosa pode até ter cometido uma falha, mas não houve nenhum ato dele como secretário. Houve um fato concreto, um lapso talvez, de ele assinar como responsável técnico de uma empresa que prestou algum serviço à Prefeitura. Obviamente isso não pode acontecer. Alguns blogs falaram que eu já o trouxe de volta ao governo, mas não é verdade. Mas, regularizada sua situação, não terei dificuldade nenhuma de recolocá-lo onde estava, até porque Álvaro é uma unanimidade entre os secretários e é incontestável seu trabalho à frente da CamposLuz. Campos nunca teve um serviço tão bom de iluminação pública quanto na gestão de Álvaro. Já encaminhei o caso à Procuradoria e aguardo um parecer para que possa nomeá-lo de novo. Não falta a Álvaro capacidade ou idoneidade para continuar à frente da CamposLuz.

Folha — Nos últimos seis anos, Campos teve sete prefeitos. Quatro foram afastados. O senhor teme que, caso permanecendo no cargo, essa “sina” que parece pairar sobre a Prefeitura de Campos continue a mudar o cenário político?
Nahim — Não sei. Mas que o que acontece em Campos é atípico é. Acho que não existe cidade no país que tenha passado pelo que Campos passa. O fato é que isso é ruim para a cidade, cria instabilidade. Se houver nova eleição, que o prefeito possa cumprir até o fim seu mandato.

Bancada de oposição vai se reunir com Nahim

Folha on line * Por Alexandre Bastos, em 19-07-2010 - 14h21

Os vereadores que integram a bancada de oposição vão se reunir hoje (19), às 17h30, com o prefeito interino Nelson Nahim (PR). De acordo com o presidente interino da Câmara, Rogério Matoso (PPS), será uma oportunidade para dialogar sobre uma série de assuntos. “Sempre que a oposição questionava alguma coisa, alguns aliados do governo interpretavam como um ataque político. Essa reunião vai mostrar que a oposição sempre esteve disposta a colaborar. Existem muitas coisas que precisam melhorar e o próprio prefeito interino vem deixando isso bem claro”, diz Matoso, que adiantou alguns assuntos que serão debatidos. “Os vereadores vão falar sobre essas empresas de fora que dominam as tereirizações. O dinheiro precisa circular aqui. Também existem diversos questionamentos sobre a Saúde”, informou Matoso.
Nahim “Relacionamento com a Câmara é o melhor possível” — Em entrevista à Folha, publicada ontem (18), o prefeito interino disse que deseja manter uma boa relação com o Legislativo. “O relacionamento é o melhor possível, porque continuo sendo o presidente da Câmara exercendo a função de prefeito. E meu relacionamento com os vereadores enquanto presidente da Câmara sempre foi o melhor possível. Os embates não aconteciam comigo, mas entre os vereadores que tinham visões diferentes. E há o entendimento na Câmara de que este não é o momento de ficar crucificando ninguém. Pelo contrario, é de ajudar. Quem está na chefia do Executivo é um vereador, colega de todos eles. É um sentimento de maturidade do conjunto dos vereadores sobre esse momento que estamos passando. O presidente da Câmara (Rogério Matoso) já esteve comigo umas quatro vezes nesses 10 dias”, disse.

MUDANÇA NA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO: ALTAMIR BÁRBARA NO LUGAR DE FÁBIO RIBEIRO

Zízimo soube de fonte segura, que no dia 06, o prefeito interino Nelson Nahim poderá trocar o secretário de administração. Caso a informação seja efetivada, no lugar do advogado Fábio Ribeiro entra o vereador Altamir Bárbara.

Anotem..

Cláudio Andrade

Campos Difusora, fale com o Prefeito.

Em entrevista à Barbosa Lemos nesta segunda-feira (19) por volta das 13h30m, na Rádio Campos Difusora (850AM), onde o Prefeito Nelson Nahim respondia à perguntas expostas pela população, uma nobre colega "AVCM" ligou e perguntou sobre nossa situação, e o Sr. Prefeito respondeu:
Que ele recebeu a noticia que deveria assumir a prefeitura, e não estava na cidade, e que na posição dele era melhor que Rosinha continuasse no governo, e que tem muitas coisas para se resolver no poder executivo municipal, e quanto a situação dos auxiliares, ele, como presidente da Câmara apoiou a proposta da então Prefeita, Sra Rosinha, e que já virou lei, só falta botar em prática.
E a pergunta da nossa colega ficou no ar, literalmente...
Só falta botar em prática, porque não coloca??? Falta o que?

Sancionada lei que pune trotes a serviços de emergência no estado do RJ

AGORA É LEI NO ESTADO 

Lei foi publicada nesta segunda (19)
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De acordo com a lei, publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (19), o responsável pelo acionamento dos serviços de emergência deverá ressarcir aos cofres públicos as eventuais despesas relacionadas ao atendimento.
A nova norma estabelece que os órgãos públicos divulguem tabela de custos de todas as etapas, desde o atendimento até o deslocamento das equipes. E, ainda, que adotem as medidas administrativas junto às operadoras de serviço de telefonia, necessárias a identificar os responsáveis pelos "trotes" e à cobrança dos valores correspondentes.
A ligação para os serviços de emergência é gratuita para o cidadão, já que é o estado quem paga a tarifa. Entretanto, mesmo sem sentir no bolso, toda a população paga o custo dos trotes, já que o dinheiro desperdiçado poderia ser investido em equipamentos e pessoal da própria PM, do Samu e dos bombeiros. Isso sem contar o que é gasto com a mobilização de equipes, combustível, entre outras despesas.
"É uma proposta essencialmente educativa, que busca única e exclusivamente acabar com este hábito, que prejudica o atendimento da polícia e bombeiros e os cofres públicos, já que gasta-se tempo e dinheiro no deslocamento para atender a chamados falsos", argumentou o parlamentar Flávio Bolsonaro (PP).
A Polícia Militar recebe, todos os meses, uma média de 710 mil ligações. Deste total, 18% são trotes. Esse percentual, que já foi de 31,5%, vem sendo reduzido graças ao programa “O 190 Liga para Você”, criado em 2008 e que orienta as pessoas a não passarem trotes.
Já o Samu recebe 58 mil ligações por mês, em média. Mas o percentual de trotes é mais do que o dobro da PM: 43%. O Código Penal, no artigo 340, já prevê uma pena de até um ano de reclusão para quem fizer uma falsa comunicação de crime.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dia D de combate à Dengue é adiado

O refito interino Nelson Nahim suspendeu o Dia D de combate à dengue, que aconteceria no próximo domingo. O adiamento ocorreu em função da previsão de intensas chuvas no próximo final de semana. A decisão foi tomada agora há pouco,após reunião do prefeito com o coordenador de Segurança e Ordem Pública, coronel Alcenir Pascotto.
Folha da Manha 0n line

Obras deixam trecho urbano da 356 em meia pista

Folha da Manhã Online - Campos dos Goytacazes - RJ
Geral

Rodrigo Silveira

O trânsito na BR 356, trecho que passa pelo Jóquei Clube, em Campos está funcionando em meia pista por conta das obras executadas na rodovia pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (Dnit). Mesmo com o transtorno, motoristas comemoram os serviços, já que a BR aguarda por melhorias estruturais há anos. A obra faz parte de um pacote de recuperação da rodovia. Neste trecho de Campos a São João da Barra, os serviços são executados pela Camter Construções e começaram em maio e estão previstas para serem concluídas em junho de 2011.


De acordo com o engenheiro do Dnit, Paulo Áreas, em maio foram feitos os serviços de recuperação do sistema de drenagem pluvial. Também estão previstos reestruturação de todo o acostamento e restauração asfástica.
— O pacote de obras na BR-356 foi dividido em lotes e tivemos que fazer readequação dos projetos, uma vez que o plano inicial das obras foi feito em 2001. Este trecho é o lote III e custará ao Dnit R$ 23.452.198,35. Com a readequação já preparamos infra-estrutura para que a rodovia suporte o peso dos caminhões que transitam para o Porto do Açu — explicou o engenheiro.

Colisão na Campos/Farol deixa 8 pessoas feridas


A Caminhonete S-10 após o impacto da batida com a Van
Oito pessoas ficaram feridas no acidente envolvendo a caminhonete S-10, placa JNU-9250-Campos/RJ, e a Van da CamposCooper, placa MSK-1015-Cachoeiro de Itapemirim/ES, na manhã de ontem, no km 2 da RJ-216, que liga Campos à Praia do Farol de São Thomé, na altura do Parque Imperial. A colisão aconteceu por volta das 5h20 e chovia consideravelmente. O acidente paralisou por alguns minutos o tráfego na rodovia, que foi desviado para uma rua paralela à estrada estadual até a liberação total da pista.
De acordo com o empresário Ivan Ribeiro de Freitas, 49 anos, o filho Bruno Ribeiro de Freitas, 22, que dirigia a S-10, retornava da Rodoviária Shopping Estrada para Baixa Grande, na Baixada Campista. “Ele me contou que trafegava em sua mão de direção, quando a Van apareceu em sua frente”, contou Ivan a O Diário depois de conversar com o filho.
O acidente teria sido provocado por um buraco na pista. Ao desviar da abertura na pista, Paulo Roberto de Souza Tavares, 53, que dirigia a Van no sentido Farol-Campos, acabou colidindo de frente com a caminhonete.
Além dos dois motoristas, outras seis pessoas ficaram feridas e foram socorridas para o Hospital Ferreira Machado (HFM) por equipes do Corpo de Bombeiros e do Resgate. Permaneciam internados em observação até o encerramento desta edição: Jorge Ribeiro Pimentel, 52; Rosângela Pessanha Ribeiro, 40, moradora em Mineiros; e o motorista Bruno. Foram atendidos e liberados: Sérgio da Silva Gonçalves, 48, de Queimados; Rômulo Almeida Gonçalves, 31, de Santo Amaro; Gustavo Ferreira de Sales, 27, Campo Limpo; Dolores Martins e o motorista da Van, Paulo Roberto.
“Duas Rodas”
Para coibir a circulação de motos irregulares nas ruas de Campos, a Polícia Civil voltou às ruas ontem para a Operação Duas Rodas. Na área central, a ação foi realizada na Rua Barão de Miracema, em frente à 134ª Delegacia Legal (DL/Centro). Além de documentação atrasada, os policiais verificaram condutores sem habilitação e sem capacete.

Prefeito Nelson Nahim busca parcerias com a CEF

Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
Por
Regina de Oliveira
O Prefeito Nelson Nahim, junto com o presidente da Emhab, Gustava  Pessanha, conversou com a diretoria da Caixa Econômica Federal (Foto:  Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim, junto com o presidente da Emhab, Gustava  Pessanha, conversou com a diretoria da Caixa Econômica Federal (Foto:  Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim conversou para possíveis entendimentos com  a CEF (Foto: Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim conversou para possíveis entendimentos com  a CEF (Foto: Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim, junto com o presidente da Emhab, Gustava  Pessanha, conversou com a diretoria da Caixa Econômica Federal (Foto:  Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim conversou para possíveis entendimentos com  a CEF (Foto: Gerson Gomes) O Prefeito Nelson Nahim, junto com o presidente da Emhab, Gustava  Pessanha, conversou com a diretoria da Caixa Econômica Federal (Foto:  Gerson Gomes)
O Prefeito Nelson Nahim esteve na manhã desta quinta-feira (15), na agência central da Caixa Econômica Federal (CEF), reunido com representantes da instituição para discutir possíveis parcerias para ampliação do Programa Morar Feliz, além de financiamento de casas para servidores municipais e, ainda, ouvir a proposta do banco para que, junto ao Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam), facilite o microcrédito a pequenos e médios empresários. Também foi levantada a possibilidade de parcerias no programa federal, “Minha Casa, Minha Vida”, que beneficia pessoas com vencimentos de até três salários mínimos.

Ainda hoje (quinta-feira, 15), Nahim vai se reunir com o presidente do Fundecam, Eduardo Crespo, e um dos assuntos em pauta será a parceria para o microcrédito. “É importante essa parceria da Caixa com o Fundecam, para que possamos efetivamente fomentar as pequenas e médias empresas para que elas tenham mais condições de participação no mercado de trabalho. Hoje os grandes negócios passam pelo conjunto enorme de microempresas e não podemos deixar de apoiar esses segmentos, para o desenvolvimento de nosso município”, explicou o prefeito.

Segundo Nahim, a proposta de financiamento da CEF para a ampliação do Programa Morar Feliz, já iniciado desde o ano passado por Rosinha Garotinho, vai ser estudada. Para isso, segundo o prefeito, já foi solicitado um diagnóstico da demanda ao presidente da Empresa Municipal de Habitação, Urbanização e Saneamento (Emhab), Gustavo Guimarães, e o secretário municipal de Família e Assistência Social, Henrique Oliveira. O prefeito informou que a CEF propôs a parceria para a construção de mais cinco mil casas, além das 10 mil previstas.

- Nós já temos mais de metade do programa em andamento, com o primeiro lote de 5,1 mil casas com as obras já adiantadas, inclusive, com a perspectiva de entrega de algumas delas para atender famílias que estão em áreas de risco e em aluguel social. Num segundo momento, que vamos deflagrar em breve, são as outras 4,9 mil casas para suprir a demanda levantada pela secretaria municipal da Família e Assistência Social. E agora vamos estudar essa proposta da Caixa, começando com um levantamento das necessidades, porque não adianta construir mais casas sem saber a quem beneficiar - salientou Nahim.

Além do prefeito, participaram do encontro o presidente da Emhab, Gustavo Guimarães, o secretário municipal de Comunicação Social, Mauro Silva, o gerente regional da CEF, Paulo Roberto Zacarias, o gerente geral da agência Campos, Loudinaldo Araújo Peixoto Junior, e a gerente de Relacionamento, Mirna Félix.


Postado por: Dulcides Netto - 15/07/2010 12:12:00

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Polícia Rodoviária lida com imprudência e acidentes nas estradas do país

publicado em 08/07/2010 às 05h04: Do R7, com Jornal da Record

Série mostra o trabalho feito pelos policiais para diminuir acidentes e mortes
Cem mortos e 820 feridos em 1.900 acidentes registrados neste ano. Este é o saldo dos primeiros seis meses de 2010 no trecho carioca da BR-101, a que mais mata no estado do Rio de Janeiro. O quadro costuma a se repetir na maioria das 400 rodovias federais do Brasil, e cabe aos policiais rodoviários a missão de tentar reduzir os índices negativos no trânsito rodoviário nacional
Com o uso de radares e blitze, a Polícia Rodoviária Federal faz o que é possível com um efetivo total de 9.400 agentes, mas o número parece ser pequeno diante da constante imprudência dos motoristas brasileiros. O excesso de velocidade e a ingestão de bebidas alcoólicas são as principais causas de acidentes, como apresenta mais um capítulo da série Perigo na Estrada, do Jornal da Record.

Nahim pode anunciar mudanças no secretariado até o dia 20

Nahim faria mudanças em duas ou três Secretarias até o dia 20

Se for confirmada a convocação do médico Edson Batista para a cadeira que ficou vaga na Câmara Municipal por conta da saída de Nelson Nahim para assumir a chefia do executivo após o afastamento de Rosinha Garotinho, haverá a primeira mudança no secretariado. Batista ocupa atualmente a Secretaria de Governo, que é considerada uma pasta estratégtica e que deve ser ocupada por alguém de extrema confiança do prefeito.

Há rumores de que Nahim pretende fazer mais duas ou três mudanças. Uma delas seria o retorno de Álvaro Barbosa. Ele ocupava a presidência da Campos Luz, mas foi afastado por causa do vínculo com uma empreiteira que presta serviços a prefeitura( era o engenheiro responsável pelas obras). Barbosa já estaria apto a reassumir a Campos Luz ou a vaga de Secretário de Governo, já que se afastou da função que ocupava na empreiteira.
Nahim estaria disposto ainda a nomear seu primo e atual procurador da Câmara, Hélcio Oliveira, a um cargo estratégico. As mudanças teriam prazo para acontecer: até o próximo dia 20.